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| Divulgação; cr.: O Liberal; |
O cenário socioeconômico de Belém ganha um novo vetor de desenvolvimento com o lançamento oficial do projeto "Prospera Pará", que ocorre nesta quarta-feira, 04, no distrito de Icoaraci. A iniciativa é fruto de uma parceria estratégica entre o Instituto Equatorial, braço social do Grupo Equatorial, e o Instituto BR. O projeto tem como objetivo central fomentar o empreendedorismo e fortalecer a gestão de pequenos negócios em territórios atendidos pela concessionária de energia, promovendo a autonomia econômica através da qualificação técnica e do suporte especializado.
A base operacional da iniciativa será a "Casa Prospera Pará", um espaço físico planejado e equipado para oferecer uma jornada completa de capacitação aos empreendedores locais. Com uma meta de realizar mais de 550 atendimentos gratuitos, o projeto abrange áreas críticas para a sobrevivência e o crescimento de novos negócios, como marketing digital, inovação, gestão financeira e consultoria empresarial. A proposta é transformar o potencial criativo das comunidades em empreendimentos sustentáveis e competitivos, capazes de gerar renda e dinamizar a economia dos bairros.
O Instituto Equatorial, idealizador da proposta, foi criado em julho de 2024 com a missão de consolidar as ações de responsabilidade social do Grupo Equatorial, focando em pilares como educação e inclusão produtiva. Ao estabelecer parcerias com organizações como o Instituto BR, a instituição busca escalar o impacto de suas ações, garantindo que o conhecimento técnico chegue às periferias e aos distritos, onde o empreendedorismo muitas vezes surge por necessidade, mas carece de ferramentas de gestão para se tornar um negócio de longo prazo.
A implementação do "Prospera Pará" em Icoaraci é um passo estratégico para o fortalecimento da economia regional, pois atua diretamente na base da pirâmide produtiva. Ao oferecer ferramentas de gestão e inovação, o projeto não apenas capacita indivíduos, mas cria uma rede de suporte que reduz a mortalidade de pequenos negócios e estimula a circulação de capital dentro do próprio estado. Essa abordagem de inclusão produtiva é fundamental para a construção de um modelo de desenvolvimento mais resiliente, onde a capacitação técnica atua como o principal motor para a transformação social e a solidez do mercado paraense.
Texto: Lua F.

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