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A PepsiCo Brasil vem consolidando sua posição como referência global ao integrar a sustentabilidade como um pilar central de sua estratégia de negócios. Através da agenda PepsiCo Positive (pep+), a companhia processa anualmente cerca de 450 mil toneladas de matérias-primas, das quais 95,5% são de origem nacional. O país tornou-se um laboratório estratégico para a implementação de práticas de agricultura regenerativa, especialmente na cadeia da batata, onde 100% da produção destinada a marcas consagradas já adota métodos que priorizam a saúde do solo, o uso eficiente da água e a redução de insumos químicos.
A eficiência operacional da companhia também se reflete em suas unidades industriais, com destaque para a fábrica de Itu, em São Paulo. A planta é a primeira da PepsiCo no mundo a operar com um tripé de sustentabilidade que inclui o uso exclusivo de energia renovável via biometano, o reuso total da água no processo produtivo e o status de "Zero Aterro". Essa transição energética e hídrica permitiu uma redução de 50% no consumo de água por quilo de alimento produzido no Brasil, demonstrando que a descarbonização e a preservação de recursos naturais são viáveis e economicamente sustentáveis em larga escala.
No campo, a parceria de duas décadas com produtores locais resultou em um aumento expressivo de produtividade, que chegou a dobrar em algumas regiões, ao mesmo tempo em que reduziu o impacto ambiental. Atualmente, 90% dos fornecedores de batata utilizam bioinsumos, diminuindo a dependência de fertilizantes sintéticos. Além disso, a PepsiCo firmou acordos estratégicos, como a parceria com a Yara, para introduzir fertilizantes de baixa pegada de carbono, tecnologia que promete reduzir em até 60% as emissões nas fazendas parceiras, reforçando o compromisso com a resiliência do sistema agrícola.
A trajetória da PepsiCo no Brasil evidencia que a adoção de práticas ESG transcende a conformidade ambiental, posicionando-se como uma ferramenta de mitigação de riscos estruturais e de aumento da competitividade. Ao investir em agricultura regenerativa e na eletrificação da logística, a empresa não apenas protege sua cadeia de suprimentos contra as incertezas climáticas, mas também estabelece um novo padrão de eficiência para o setor de alimentos.
Texto: Lua F.

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